Baseia-se na característica de anticorpos purificados se ligarem com especificidade aos seus alvos (antígenos). Esses anticorpos podem ser usados para pesquisar a presença de anticorpos ou moléculas chamadas de “complemento” em lesões de pele. Esses anticorpos são ligados a substâncias que se tornam fluorescentes quando examinadas em um microscópio especial para este fim. Essa técnica é muito importante porque pode determinar o diagnóstico, especialmente de lesões bolhosas da pele.
Utilizamos máquinas de última geração, capazes de realizar as colorações de imunofluorescência com qualidade, rapidez e reprodutibilidade. Todos os exames são estudados por médicos patologistas treinados na interpretação desses resultados em centros de excelência no Brasil e no exterior.
COLETA
O exame de imunofluorescência é realizado em tecido fresco, não fixado. Nessa situação, é essencial que o material seja acondicionado em líquido apropriado (preferencialmente em soro fisiológico) e refrigerado. O material não pode ser congelado, pois isso poderá danificá-lo permanentemente. Para maior segurança, é essencial que o recipiente, além de identificado com o nome completo do paciente, esteja com outra identificação (RG ou CPF, por exemplo). É essencial contato prévio com o Imagepat para correto tratamento e encaminhamento destas amostras.